agosto 11, 2016

Tudo sobre vestibular

Noites maldormidas, pilhas de livro, muita pressão. A angústia pré-vestibular não atinge apenas os vestibulandos. Quem elabora e corrige as provas passa por situações semelhantes.
"Não há remuneração que pague a pressão que recebemos e o serviço que fazemos. Não há nada pior do que uma questão sua ser anulada", diz Aécio Pereira Chagas, 65, professor aposentado do Instituto de Química da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).
Na universidade desde 1969, o professor já perdeu as contas de quantos vestibulares organizou, quantos dias levou para formular uma questão, quantas provas já corrigiu.
Se uma questão malfeita atrapalha o aluno, uma resposta ruim acaba com o dia do corretor. Chagas conta que, faz alguns anos, uma questão pedia ao aluno que distinguisse uma porção de sal de uma de açúcar, mas sem provar nenhuma delas. "O aluno respondeu que era só dissolver cada produto em água, pegar uma seringa, chamar um diabético e injetar a solução em sua veia. Se a pessoa morresse, era açúcar", conta o professor, sem esconder a revolta.
O físico Leandro Tessler, coordenador do vestibular da Unicamp, também diz como é deprimente perceber que muitos alunos não têm noção da realidade. "Certa vez, pedimos a estimativa do peso de uma vaca. Alguns colocaram que uma vaca pesava dois quilos", lamenta. "É por essa razão que o nosso vestibular pede que o aluno tenha senso crítico."
Porém, as experiências desagradáveis podem ser bastante úteis. E, na maior parte das vezes, o são. Afinal, passa pelas mãos dos corretores um mapa amplo e bastante detalhado do patamar em que se encontra o aprendizado de uma determinada disciplina. Essas informações geram idéias de como aperfeiçoar o ensino da matéria e podem virar teses de mestrado ou doutorado na área de educação.
Como não têm contato com o resultado do trabalho, as recompensas para os elaboradores são outras. A primeira é cívica. Roberto Costa, um dos coordenadores da Fuvest (Fundação Universitária para o Vestibular), instituição que organiza as provas para os mais de 150 mil alunos que tentam uma das 10 mil vagas na USP (Universidade de São Paulo), afirma: "Nosso papel é criar e manter a fórmula que traz os melhores alunos para a universidade".
A segunda recompensa é determinar como uma disciplina será ministrada em sala de aula, tamanha é a influência dos vestibulares sobre o ensino médio. "Muitos elaboradores têm esse sonho", afirma o físico Fernando Dagnoni Prado, coordenador do vestibular da Unesp (Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho). Porém, os sonhos não bastam. É preciso saber de onde vêm os alunos. "Os professores universitários são muito desligados da realidade do ensino médio", afirma Luiz Langlois, coordenador acadêmico do vestibular da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).
Em troca desses benefícios, a pessoa que se dispõe ou é escolhida para corrigir ou elaborar as provas deve aceitar um conjunto de regras. Entre elas, jurar sigilo sobre suas atividades e manter sua ligação com a organização em segredo. Tanto na elaboração quanto na correção, os professores se comprometem a não revelar nem uma palavra do que foi discutido e decidido. "As pessoas assinam um contrato e a sua identidade só é conhecida pelas pessoas que organizam o vestibular", afirma Leandro Tessler, coordenador da Unicamp.
Para garantir que essas regras não sejam quebradas, a seleção é feita pelos coordenadores dos vestibulares ou por pessoas de sua confiança com base em critérios que levam em conta a experiência do professor em outros vestibulares e quem o indicou. Os coordenadores dos vestibulares também passam por esse crivo. Eles são escolhidos pelos reitores, geralmente, depois de anos de experiência como corretores, elaboradores e coordenadores de provas.
Para arcar com essa responsabilidade, um corretor de provas recebe entre R$ 1.000 e R$ 1.500. Os elaboradores ganham entre R$ 1.500 e R$ 2.000. Esses são os valores pagos em São Paulo. No Rio de Janeiro, eles sobem: um corretor ganha R$ 2.500 e um elaborador, R$ 3.000. Nos dois Estados, o valor é sobre um conjunto de serviços.
O professor que cria as questões se dedica a essa tarefa, em média, durante sete meses. Os grandes vestibulares trabalham com, aproximadamente, 45 professores. Já um corretor faz um trabalho de 8 horas diárias, geralmente por um período de 15 dias. Os vestibulares recrutam um contingente que varia de 400 a 500 professores.
Outra característica dessa confraria são as particularidades de seus membros. David Felipe Hasting, 61, coordenador do vestibular da FGV (Fundação Getúlio Vargas), em São Paulo, passou quase toda a carreira na iniciativa privada. Formado em administração de empresas, Hasting virou professor há dez anos.
"Quem corrige provas poderia ser analista financeiro de uma grande empresa, já que a função exige paciência e método apurado", afirma. "Quem elabora uma prova poderia ser publicitário. É uma pessoa muito criativa e se expressa bem."
Mas, apesar da importância das pessoas, os vestibulares foram criados para funcionar independentemente delas. "A Fuvest foi pensada por cientistas da computação como um sistema fechado imune a fraudes", afirma Roberto Costa, um de seus criadores.
Cada página do caderno de questões dissertativas do vestibular da USP é corrigida por um professor diferente. Para manter o padrão, os computadores avaliam quão rigoroso é o corretor. O objetivo é evitar que a avaliação seja muito rigorosa com alguns alunos e muito branda com outros.
Durante o processo de correção, os professores são confinados em um andar do prédio da Fuvest. Os acessos a esse andar são bloqueados por dois portões de metal. O clima tenso da correção só é quebrado pelo brilhantismo de alguns alunos. "Muitas vezes, a gente passa horas namorando uma boa redação", afirma o professor Costa.
A professora Maria Alzira Colombo, 62, corrigiu provas de história da Fuvest durante dez anos. Ela conta que, quando um aluno vai muito bem, os professores gritam uns para os outros: "Olha! Aqui tem um gênio!".

Dicas para Redação - Enem

Vai fazer o Enem? Confira algumas dicas apra você mandar bem na redação do Enem e tirar uma boa nota nesse item tão importante do Exame Nacional do Ensino Médio.
Todos nós brasileiros sabemos da importância que tem o Enem, principalmente os jovens que atualmente estão cursando o Ensino Médio. Ter uma boa nota na prova do Enem é essencial tanto para a instituição de ensino quanto pro aluno que irá fazer a prova do Enem. Essa importância é devido que tanto o aluno como a instituição de ensino irá receber notas, que são resultados das notas da prova. A nota da instituição de ensino serve para avaliar se a mesma preparou os alunos que fizeram o Enem da forma correta e se a mesma possui um bom ensino. Já para os alunos a importância é que com uma boa nota no Enem o mesmo poderá entrar numa faculdade através de bolsas de estudos do ProUni, SISUdentre outros.
Um dos grandes problemas enfrentados pelos estudantes é a redação do Enem, essa é de fato muito exigida e o estudante terá de caprichar para obter sucesso neste quesito. Confira logo abaixo algumasdicas para você se dar bem no Enem e fazer uma boa redação.
Dissertação e Narração
O primeiro a se analisar e saber é a diferença entre: dissertação e narração, dominando estes assuntos a sua redação sairá boa. Para quem não sabe, o textos dissertativo é todo o texto na qual temos comentários a respeito de uma questão em debate, lembrando que neste tipo de texto os comentários são expresso de maneira direta, através de conceitos e julgamentos, já no texto narrativo, a opinião é implícita.
Leitura da Coletânea
Nunca procure assimilar a coletânea com um assunto que é mais familiar, você deve dar atenção o que está na coletânea e não a um assunto de sua cabeça.
Posicionamento
Outro fato importante é o seu posicionamento em sua redação. Não se deve fazer algo “sem pé nem cabeça” você já deverá ter uma opinião própria sobre o assunto da redação para poder dominar o mesmo.
Argumentação
Usar uma boa argumentação e de forma correta é muito bom, para se ter sucesso na redação. Procure usar o mesmo com o que você pretende sustentar na redação.
Linguagem
Você deve usar bem a linguagem, ou seja, ter uma boa correção gramatical e organizar de forma correta as frases. Use o seu próprio esquema de linguagem, de forma mais intensa, jamais use termos na qual você desconhece, pois ai é que está o erro.

Testofobia, descubra oque é:

Você já ouviu falar em testofobia? Essa palavra difícil faz referência ao medo irracional de fazer provas escolares. O transtorno é real e causa tensão, ansiedade excessiva, tremor, medo do fracasso e até sintomas físicos. O problema se agrava sempre que o estudante tem que passar por um teste, como provas, vestibulares e outras avaliações.

Pessoas que apresentam essa condição experimentam alto nível de estresse antes das provas. A fobia pode influenciar negativamente no desempenho escolar e na aprendizagem dos estudantes. Não são raros os casos de abandono escolar por conta da testofobia.

O medo afeta o desenvolvimento social, emocional e comportamental do aluno. Esse tipo de distúrbio tem sido relatado desde o início de 1950.

É importante buscar tratamento especializado para esse tipo de problema, pois a fobia causa sofrimento físico e emocional, desencadeando diversos problemas intelectuais. Os tratamentos mais recomendados para a testofobia são: psicoterapia, terapia cognitivo comportamental (TCC) e medicação específica contra transtornos de ansiedade, como antidepressivos, por exemplo.

Se você apresenta testofobia ou conhece alguém que tem o problema, procure ajuda profissional para um tratamento adequado. A recuperação do indivíduo com testofobia pode demorar meses, promovendo uma melhora progressiva no comportamento do estudante.

Os pais devem ficar atentos ao desempenho de seus filhos na escola. Somente o acompanhamento dos pais pode ajudar a diagnosticar a fobia precocemente.

Esta ciclovia na Holanda é o mais sensacional do mundo! Confira a razão:

É quase regra: os jovens que vão a Holanda, em especial para Amsterdã, sempre voltam com histórias de que andaram de bicicleta em ciclovias espalhadas pelas cidades, que comeram o space cake (bolinho que leva maconha na receita) e que caminharam pelo Red Light District (espaço da capital holandesa destinado à prostituição).
Essas experiências turísticas acontecem porque a Holanda é um país bem “prafrentex” e mais liberal do que os outros. Em uma outra ocasião, podemos falar mais sobre o space cake e o Red Light District aqui no MMP, mas hoje todos os créditos que vamos oferecer para o país é por conta da ciclovia mais legal de todos os tempos.
Krommenie, uma cidade que fica próxima a Amsterdã, inaugurou há pouco tempo uma ciclovia que além de lisinha, bonita e espaçosa traz painéis que capturam os raios solares e os transformam em energia para uma parte da população. É isso mesmo! Todo o chão da ciclovia traz (por baixo) painéis solares. A ideia inovadora chama-se SolaRoad, e serve como um teste na Holanda. Futuramente, os criadores pretendem levar essas tecnologias para os asfaltos de estradas e ruas, aproveitando essas superfícies para gerar uma energia sustentável, econômica e limpa.
Vai dizer que não é demais?! O vídeo a seguir (em inglês) ilustra um pouco do que é a tecnologia. Mesmo se você não dominar o idioma vai conseguir entender a essência do projeto através das imagens.
 

SolaRoad: a ciclovia holandesa mais legal do mundo



Eu achei a ideia desse ciclovia muito legal, e vai ser mais incrível se puder ser adotada nas estradas e ruas urbanas. Uma solução como essa certamente ainda vai demorar anos para chegar no Brasil (na minha cidade, por exemplo, até o número de ciclovias comuns é baixíssimo), mas eu torço para um dia ainda conseguir ver uma coisa dessas por aqui. E você, leitor, acha que um dia faixas desse tipo chegarão ao Brasil, ou é uma ilusão?
 

fevereiro 01, 2016

Recomece as aulas de bom humor

As férias estão chegando ao fim! Isso significa que é hora de se preparar para voltar com tudo para a escola, mandar bem no último semestre e chegar ao fim do ano com boas notas. Preparamos aqui cinco dicas rápidas para tornar a volta às aulas menos chatinha. Fique de olho!
1. Volte ao ritmo aos poucos
Se essa é sua última semana de férias, aproveite para começar a adaptar sua rotina para os horários da escola outra vez. Durante as férias, você não teve muito horário para ir dormir e levantar, né?! Portanto, assim que as aulas começarem, é quase certeza que você vai ficar morrendo de sono na hora de ir pro colégio! Para evitar que isso aconteça, comece aos poucos a ir deitar um pouquinho mais cedo e, no dia seguinte, acordar um pouquinho mais cedo também. Quando as aulas recomeçarem, seu corpo já vai estar acostumado ao horário de novo!
2. Organize seu material com antecedência
As aulas começam na segunda-feira e você não faz ideia onde o caderno de matemática foi parar? Para evitar que você entre em crise no domingo à noite ou perca a hora logo no primeiro dia de aula, procure separar todo o seu material durante essa semana. Junte todos os livros, cadernos e objetos que você usa no colégio. Vale também passar a limpo aquela anotação que você fez de qualquer jeito nas últimas aulas antes das férias e, claro, checar se tem lição ou trabalho para entregar na primeira semana!
3. Customize seu uniforme e prepare um make especial
A volta para a escola em agosto é bem mais sem graça do que em janeiro, né?! A mesma sala, as mesmas pessoas, as mesmas matérias... Para evitar o tédio, aproveite para dar uma renovada no look do colégio. Que tal customizar aquela calça jeans que você usa sempre e fazer uma maquiagem diferente? 
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4. Faça uma playlist com as suas músicas favoritas
Se você morre de sono no caminho de casa para a escola com certeza vai chegar na sala de aula com mais preguiça de estudar ainda. Por isso, aproveite os últimos dias de folga para preparar uma playlist - bem animada, claro! Vá ouvindo seus hits preferidos enquanto vai para a escola e chegue no colégio com mais disposição!
5. Não esqueça do café da manhã
Nas férias, a gente costuma acordar tarde e, por isso, acaba pulando o café da manhã. Mas abandone esse hábito assim que as aulas recomeçarem! O café da manhã é uma das refeições mais importantes do dia - sem ele, você não vai ter energia para se concentrar e nem aprender nada novo na escola. Experimente comer uma coisa diferente a cada dia.
E aí, está pronta para voltar para a escola com tudo?

Passo a Passo para Estudo diario 'Rotina'

Ao chegar em casa, deixe o seu material no lugar apropriado (como o seu quarto ou escritório da casa), lave o rosto ou tome um banho e vá almoçar;

escove os dentes (higiene bucal);

descanse meia hora ou uma hora após o almoço;

levante (lave o rosto – higiene);

vá até um lugar calmo, onde esteja sua mesa de estudo (não pode ter televisão nem computador, nem som ligado);

a mesa deve estar limpa – sem um monte de papeis espalhados;

pegue a tarefa do dia para fazer e, em seguida, faça uma leitura de tudo o que foi dado pela manhã (seis aulas);

se não há tarefa – estude assim mesmo – e para saber se entendeu, conte para você mesmo (em voz alta – porque quando a gente sabe falar é porque aprendeu);

*matemática, inglês, gramática e espanhol = tem que fazer exercícios para estudar, não adianta só ler;

anote (enquanto estuda) as dúvidas que surgirem, e retire-as com o professor responsável na próxima aula;

*dúvida também devemos retirar em sala, após a explicação do professor;
leia o paradidático do mês aos poucos e anote suas dúvidas para perguntar depois em sala de aula (antes da avaliação do livro);

depois de estudar, cerca de duas horas por dia, brinque, divirta-se (afinal, essa idade passa);
se você tem outras obrigações, como natação, vôlei, futebol, balé, inglês, computação, violão, piano... encaixe nos seus últimos horários do dia (preferencialmente), 16h., 17h., porque assim cumpre com suas tarefas e estudos escolares primeiro;

dentistas e médicos - sempre que possível - devem ser marcados no período inverso ao de aula;
postura = tanto em casa, como na escola, sente-se com as costas retas, o que é uma recomendação dos fisioterapeutas e tantos outros especialistas da saúde (foi provado que se aprende mais com postura correta);

organização dos materiais escolares: todo dia, após os estudos diários, no final da tarde ou à noite, arrume o material conforme as aulas do dia seguinte, e também já pode arrumar sua roupa (uniforme);

lembre-se que, em aula de educação física, nada de jeans nem de short de tecido grosso nem muito curto (pode trazer outra camiseta – regata por exemplo – para usar na aula de ed. física, depois vai ao banheiro e coloque o uniforme novamente);

aula de artes: há avental para não sujar seu uniforme (quem não tem avental, por favor, avise a mamãe sobre o risco de derrubar tinta na camiseta principalmente) e lembre-se sempre de trazer o livro de artes, caso contrário, não assiste aula;

aula de espanhol: lembrar-se de trazer o livro de espanhol, pois sem ele o aluno não assiste aula;
senha para pegar as notas via internet (para alunos novos): os responsáveis pela sala de informática enviarão através do boleto;

estojo organizado e limpo: observar sempre, em casa, se os lápis estão apontados, se há uma caneta azul, uma preta e uma vermelha (pegando), um apontador com lixeira para eventual necessidade em sala de aula, um corretivo (na verdade, desnecessário, basta passar um risco sobre a palavra escrita de modo incorreto), um grifa texto, uma régua e uma borracha macia;

caderno ou fichário: tanto faz! O importante é saber organizar as matérias de modo a trazer pouco material por dia e de modo a facilitar seus estudos diários. Para quem tem fichário: cuidado para não perder folhas;

comportamento em sala de aula: sempre prestar atenção nas aulas, que é o pré-requisito para aprender;

observar constantemente o mural de sala, anotar as datas de provas (também no site) e entregar, no dia marcado, atividades, tarefas e pesquisas de leitura.

Aprenda Estudar em Casa

O estudo em casa é o melhor de todos, pois conseguimos estudar no conforto de nossos lares. Mas, para isso é preciso que você tenha um ritual para que ninguém te atrapalhe e você consiga o sossego necessário para se concentrar nos livros. Não é nada complexo e que não possa ser seguido por qualquer pessoa que venha a ler este artigo. Se você quer estudar em casa com mais tranquilidade, veja as nossas dicas e não se preocupe mais com os barulhos que possam te afetar no momento dos estudos.
1. Se tranque em algum cômodo. Quando for começar a estudar, se tranque em algum como de sua casa para que você não seja interrompido mesmo. Tranque a porta e se possível feche até a janela para que não venha barulho de nenhum lado. Escolha um lugar da sua casa que não tenha nenhuma tecnologia, de preferência, para não lhe roubar a atenção.
2. Coloque um aviso na porta para não ser interrompido. Isso é clássico e funciona bastante. Assim que começar a estudar, coloque um aviso na porta e peça para que ninguém te interrompa até determinado horário. Isso irá fazer que você se concentre mais e não perca o contexto de um trecho sendo atrapalhado por alguém que esteja batendo na porta.
3. Desligue seu celular. Para ter certeza que não será interrompido por ninguém, deixe o seu celular desligado, nem no vibratório é para deixar. Se possível nem leve o celular para este cômodo que você vai estar, porque você acaba ficando tentando a mexer nele.
4. Leve algo para comer e parar beber. Quando você entrar neste cômodo para iniciar os seus estudos leve alguns alimentos para você ficam beliscando enquanto estuda. Isso facilita, porque você não precisará sair do lugar quando sentir fome. Uma boa bebida para acompanhar os estudos é uma xícara de café. Se não gostar de café, tome uma coca cola para que você se mantenha acordado e concentrado nos estudos.
5. Fique em algum lugar confortável. Mas, evite ficar deitado. De preferência, coloque uma cadeira ou uma poltrona, pois assim você não ficará com sono, mas estará confortável para manter a atenção nos estudos.
Estudar em casa é o melhor lugar do mundo. Mas, precisar ter certas regras para que você não seja atrapalhado no momento de estudo. Se as pessoas da sua casa não te respeitarem muito, explique para elas a situação ou para facilitar, espere que a casa fique sem ninguém e deixe o seu estudo melhor ainda.

Como estudar com concentração

Olá leitores,
Deixar o celular longe, reunir o material de estudo de forma organizada, desligar a TV, sair da Internet, deixar água e algum lanche por perto, ficar sozinho e seguir um bom planejamento ajudam a melhorar o rendimento quando você precisa estudar, mas… cadê a concentração?
Se mesmo com toda a preparação do mundo seus pensamentos continuam bem longe da matéria que você precisa estudar e está difícil focar no mesmo texto ou exercício, dê uma olhada nestas três técnicas. Você pode usá-las separadamente, ou fazer um combinado para ajudar seu cérebro a se concentrar. Sim, é possível treinar o cérebro para focar numa única tarefa por mais tempo, do mesmo jeito que se pode treinar o corpo para fazer musculação, aprender capoeira, dançar ou correr uma maratona.
Técnica do Intervalo
Se está difícil de se concentrar, forçar a barra para passar horas e horas diante dos livros não ajuda em nada. Se a ideia é começar a treinar seu cérebro para tirar o melhor proveito das suas horas de estudo, vale começar aos poucos.
A Técnica Pomodoro, inventada em 1980 por Francesco Cirillo, é um método de gerenciamento do tempo. A ideia é simples: usar um timer para marcar pequenos períodos de produtividade. Você pode usar um daqueles timers de cozinha, qualquer relógio ou mesmo o seu celular. O método recomenda 25 minutos de concentração, mas você pode chegar lá aos poucos.
Antes de iniciar sua tarefa, lista de exercícios ou leitura, programe o alarme para um tempo curto, digamos, 10 minutos. Ao fim desse intervalo, faça uma pausa de dois minutos. Repita até completar quatro ciclos e faça uma pausa maior. Vá aumentando o tempo de concentração aos poucos, de cinco em cinco minutos, até alcançar o período ideal para você.
Só mais cinco…
Não, não são aqueles “só mais cinco minutinhos” quando o despertador toca de manhã cedo. É uma técnica para resistir à vontade de largar tudo que bate diante de uma tarefa extensa ou aborrecida demais. É uma boa maneira de lidar com o desânimo que dá, por exemplo, quando aqueles 20 exercícios de Química parecem uma barreira intransponível, ou quando o livro não está nem na metade e você já pensa em desistir.
O objetivo aqui, em vez de largar tudo e sair correndo, é dizer a si mesmo que você vai fazer só mais cinco coisas antes de desistir. Podem ser mais cinco exercícios, cinco questões daquela prova do vestibular anterior, cinco páginas do texto, cinco parágrafos do livro obrigatório, ou mesmo cinco linhas! Quando acabar, do mesmo jeito que você aperta o botão do despertador pra dormir mais cinco minutinhos, fale pra si mesmo: “só mais cinco”.
Ao quebrar a tarefa “de cinco em cinco”, você vai aguentá-la por mais tempo e, quem sabe, até cumprir o objetivo sem muito sofrimento.
Meditação Instantânea
Às vezes, o que atrapalha é a ansiedade (“Tem muita matéria pra estudar, não vou dar conta!”), ou um problema qualquer que não tem nada a ver com o estudo. Nesses momentos, é importante deixar a mente livre de preocupações para que o tempo de estudo que você separou seja o mais produtivo possível.
Esta técnica de meditação pode ser aplicada em qualquer hora, em qualquer lugar. Vale para quando você precisa se concentrar nos estudos, mas também ajuda a baixar a ansiedade hora da prova.